Dirigir 5 horas seguidas, estacionar em frente ao colégio, entrar e dar um curso de 3 horas para 19 professores: é podre. Não recomendo isso pra ninguém. Sem contar que você tem que descer do carro "lindo", inteiraço, e sorrir.
Definitivamente estou enjoando da comida dos restaurantes. E tem uma coisa que tem me irritado muito: pessoas na fila dos buffes que servem-se como lesmas, e dão aquela pegadinha de coisa nenhuma (tipo: colocam feijão no prato mas sentem necessidade de dar mais uma conchada, derramar de volta e colocar no prato um único grão de feijão que sobrou...), haja paciência!!!!
A Paulista continua encantadora, não consigo enjoar. Cada vez, a noite, que caminho nela olho para aqueles prédios e lembro que lá estão os verdadeiros donos do poder: isso é muito louco.
Interessante: não consigo me estressar em São Paulo. Será por que não tenho que estar sempre por lá? Apesar de quê, por mim moraria, é só aparecer oportunidade.
Viagens de trabalho podem proporcionar momentos de turismo: fiquei em Itanhaém (litoral sul do estado de SP) sexta e sábado. Cidadezinha histórica, uma das primeiras do Brasil. Mas comer lá é muito caro. O hotel: meia boca (um prédio histórico lindo, mas os quartos....hummm.... Mas correu tudo bem, a palestra foi bem, aparentemente as pessoas gostaram e fui bem acolhido.
Trilha sonora: Dido (não sabia que ela era tão boa. Fiquei ouvindo por recomendação de um amigo. The Cramberries: não adianta, viajar combina com ouvir Cramberries. tipo cu e cueca, unha e carne, xuxa e arisco...entendem? Resgatei do fundo do baú o cd do Expresso Rural: quem lembra? anos 80 exclusivamente em SC. Não enjôo.
É isso.
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