Não saia de seu berço antes das 10h da manhã.
Não pisava em grama úmida.
Ração sem patê de fígado, caldo de feijão ou um pouco de café, nem pensar.
Só deitava em lugar muito limpo.
Não gostava que olhassem pra ela enquanto fazia cocô.
Dentro de casa não desgrudava um minuto da perto da gente.
Tinha uma cara antipática e botava medo em estranhos.
Amigos próximos afirmavam que ela "falava" (há testemunhas que afirmavam tê-la visto pedir água).
Tinha um olhar inquisidor na hora da comida.
Exigia carinho mas nunca foi capaz de dar uma lambida.
Mesmo com tudo isso, achávamos que era a cadela mais linda, carinhosa, engraçada e companheira que pudesse existir.
Como pode a gente amar uma criatura dessa por treze anos?
Ótimas lembranças, vazio e saudade foi o que ficou da eterna companheira do Zé.
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Um comentário:
Com um amor desses a vida fica muito mais facil, de oportunidade a outros amores entrarem em sua vida e poderam ser muito generosos e merecedor tambem.
O amor animal "irracional" é muito superior ao animal "racional".
Lamento!
KODIAK
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