30/12/2011

Para 2012: não faço planos, mas mantenho meus desejos

Fazer planos nunca foi meu forte. A a maioria deles deu errado. Em parte porque planejei mal, em parte houveram circunstâncias que os frustraram. Sendo assim evito planejar mas não me descuido dos meus desejos. Aprendi a ficar atento ao que acontece "nos arredores da vida" e aproveitar o que é possível fazer.
Acredito que fazer planos para a vida é o exercício da arrogânica. É quase impossível determinar o que vai acontecer a cada minuto. As chances de tudo correr como se espera é igual a possibilidade de encontrarmos revezes que nos fazem mudar  o caminho.
Manter desejos acesos pode ser uma forma de realizar planos de forma mais saborosa, pois permite o aproveitamento do inusitado a seu favor. Planos são muito rígidos, técnicos, exaustivos, falíveis e  cegos.
A minha vida é construída assim: com atenção aos pequenas respostas que ela mesma dá e que servem de bússula para seguir adiante. Rever a cada dia, cada instante os seus passos. Conversas, acontecimentos, frases, uma música, uma frustação ou uma alegria podem servir de farol. Superar dificuldades acrescenta. Outras vezes podemos desviar delas. Depende de como está o caminho. Alegrias são compensadoras. Impulsionam. pequenas vitórias são reconfortantes e encorajam. Aceitemos sem culpa esses saborosos momentos. Afinal, para mim, este que vos escreve, a vida é soma de pequenas alegrias contrastadas com tristezas e frustrações. Se a Felicidade plena não existe, isso vale também para a tristeza. Nenhuma das duas é absoluta.
Para 2012 e para todos os outros anos não farei planos, mas manterei bem vivos os meus desejos. E o cotidiano, com todos os seus elementos será meu guia.

05/12/2011

Todo mundo, no mundo, tem o melhor cão do mundo.

Todos que gostam de ter animais de estimação, principalmente cães, sempre acham que o seu ou os seus são mais especiais. Eu não sou diferente. Tive um companheiro, por doze anos que foi um ser muito especial.
Foi divertido, intrépido, atrapalhado, irritante, mas acima de tudo, foi parceiro.
Nasceu em Fortaleza, morou ainda em Blumenau, Curitiba, São Paulo e finallmente aqui no Rio. 
Se tornou especial porque me permitiu dar amor e, na minha percepção, recebi na mesma medida.
Não sei do que vou sentir mais saudades. Talvez de quando eu chegava de viagem e ele colocava os dois pés na entrada do carro me beijando o rosto. Ou talvez eu sinta saudades das patadas no meu braço pedidndo atenção. Com certeza sentirei saudades de tudo. Foi um grande amigo, que medeixava abraçá-lo quando estava triste, que me deixava fazer estropolia quando estávamos alegres e até permitiu que eu o chamasse carinhosamente dos mais diversos apelidos. Mas o que mais ficou foi "Zé". Teve uma vida com saldo positivo de alegria e animação. sua tranquilidade era marca registrada, assim como seu companheirismo.
Sentirei saudades.

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13/11/2011

O Universo, o Indivíduo e o Cidadão



Dos livros que li em 2011 destaco três . Por quê falar dos Três ao mesmo tempo?


Para mim possuem pontos em comum. Os três partem de experiências ou olhares pessoais e analisam situações bem mais abrangentes, não comuns aos indivíduos leigos nas áreas abordadas. Outro ponto, que na humilde opinião deste leitor se destaca, é a generosidade de traduzir ao público leigo o entendimento de áreas antes consideradas pertencentes a esferas exclusivas.

No primeiro, Marcelo Gleiser desmistifica a Física e desconstrói a idéia de perfeição. A leitura serve como resposta a quem tem a inquietude de querer compreender o Universo e suas leis. Interessante como ele acentua a questão de “proposição” de teorias, não apresentando nenhuma como definitiva. Porém conjecturas. E o maior mérito, talvez seja, o de tratar a Física como uma ciência integrada ao conjunto de todas as outras ciências. Filosofia, História, Geografia, Matemática....tudo se integra na abordagem de Gleiser.

No segundo livro encontro-me com Miriam Leitão. A Economista televisiva, por quem tive antipatia nos meus primeiros momentos de atenção aos seus comentários pois a achava muito pessimista (já há alguns anos atrás). Com o passar do tempo fui mudando meu conceito sobre ela para “realista”. Percebi o quanto ela conseguia apresentar a situação econômica brasileira com clareza. Eu é que não tinha dimensão das implicações do que ela falava. E no livro, para minha maior surpresa encontro uma Miriam Leitão que sabe muito bem do que está falando. Possui um entendimento privilegiado da economia e abusa da generosidade em tratuzi-lo para o leitor.  Num ritmo de thriller de cinema (livre impressão da minha parte, não sei se essa foi a intenção da autora) ela descreve toda a construção dos últimos e principais planos econômicos brasileiros. A parte gostosa da descrição está na relação, feita a todo momento, no cotidiano de todos os planos com a vida dos brasileiros e na riqueza de detalhes dos bastidores que  fazem a narrativa tomar um ritmo vibrante. Uma aula de história e economia. E um registro importante, imprescindível da nossa história. Como professor, passo a recomendar a leitura do livro como conteúdo para estudo. E o título, não poderia ser mais adequado: Saga Brasileira. Desculpem-me os colegas historiadores, mas digo, parafraseando Marcelo Tas, nunca, antes na história do nosso país, alguém colocou nossa saga tão a nu como Miriam o fez. Uma leitura necessária e esclarecedora.

E por fim, não menos importante, a Biografia de Lobão – 50 anos a Mil. Divertido, profundo, provocador, irônico, debochado, fiel a coerências e incoerências e ao mesmo tempo sério. Uma história descrita, primeiro no ambiente familiar e que vai se ampliando, inserida na história da nossa cultura musical. Não se trata de um livro necessário ( qualquer pessoa poderá viver bem sem lê-lo, diferentemente dos dois primeiros que acrescentam muito), mas trata-se de uma história muito, muito interessante. Surpreendente. Elétrico ( 220 volts).

Os três me ajudaram a encontrar respostas como indivíduo e como cidadão. E é claro, me fizeram formular novas perguntas. Afinal, essa é a dinâmica. Os três também confirmam que estamos mesmo na era da incerteza: das teorias, da economia e da história. Era das incertezas? Ou era das verdades transitórias? Certeza, só uma: nada é definitivo. Nem o Universo, nem a economia, nem você mesmo.

Não sou crítico literário, não me considero intelectual, nem mestre em nada. Escrevo isso apenas porque, encontro neste canal o suporte para exprimir, como cidadão comum, as impressões do que acontece, e nesse caso do que eu li. E manifesto o desejo que muitos, como eu, encontrem a oportunidade de ler igualmente essas obras. Vale muito.


21/10/2011

Para um amigo querido

E repentinamente aquele sujeito, tão altivo  e tão seguro de convicções ficou nu. Despido de qualquer segurança viu sua força sem poder. A energia que antes fluia das suas decisões desapareceram.  Sentia que teria que recomeçar. Já que despido, precisava de novas "vestimentas". Sentia que havia perdido algo importante. Por puro descuido e com ajuda de excesso de indecisão. Lutou pouco. Confiou demais no excesso de elogios que costumava ouvir. Deixou passar uma chance de felicidade ( não se sabe ao certo se seria feliz de verdade, pois nem chegou a tentar). Confessou que intuitivamente havia percebido que era uma grande chance. Mas ligou as antenas pra outra direção e não conseguiu captar as boas ondas que recebia.  Aquela chance tinha passado. Esse sonho tinha acabado ( não definitivamente, pois ñada é tão difinitivo assim. Eles aida poderiam se reencontrar, afinal).
Sobrou uma convicção: como vivo que estava, podia mudar conceitos, rever opiniões, e "ligar" as antenas na direção que antes desprezara. E assim fez. Assim fará.
Diz o poeta: "morremos um pouco a cada dia". Mas escolhas ( e por que não um pouco de sorte) podem fazer cada ser renascer todo dia. Vá meu amigo, renasça. Seus amigos não deixarão de sê-los só porque, pela primeira vez na vida, teve coragem de dizer que perdeu. Bem vindo ao clube. Não dos perdedores. Mas dos que encaram que isso é a vida. Ganhar, perder, empatar, jogar sem graça, as vezes fortes emoções, enfim...melhor concordar com Clarice: " a vida é complexa demais pra ser entendida".
E se preciso for, amigo, comece tudo outra vez.



Dedicado a um amigo querido

Respeito: um conceito confuso

Por quê políticos em época de eleição usam essa palavra até a exaustão, no entanto no momento das votações nos casas legislativas,  depois de eleitos acabam por respitar as diretrizes dos partidos e não mais aqueles que os elegeram;
Por quê algumas seitas ou religiões, que como todas, pregam o amor ao próximo, não manifestam esse mesmo amor quando se trata dos "próximos" que não pertencem à sua Igreja;
Por quê algumas pessoas exigem respeito no trânsito, principalemnte quando estão na posição de vítima;
Muitas pessoas exigem que os políticos as respeitem, mas não lembram bem disso no dia da eleição;

Por quê outras tantas pessoas exigem ser respeitadas na sua postura de não respeitar nada e ninguém.

E depois disso vem a pergunta que piora toda essa elocubração:
O que é desrespeito?

Melhor parar por aqui......


18/10/2011

Pensamento revelado

Só tem um jeito de não se decepcionar com as pessoas: não se relacionando. E sem isso não sei viver. Me jogo mesmo. Pelo jeito vou continuar me ferrando.
Ass.: fudido.com

Causos e acasos

Médico: Pois não? em que posso ajudá-lo sr Ivo?

Doutor eu vim aqui na intenção de solicitar uma bateria de exames para check up mas estou preocupado porque ultimamente tenho sentido muita palpitação. como se meu coração fosse sair pela boca.

Médico: E o que você sente na hora das palpitações? tonturas, enjôos, mal estar?....

Nada, só a palpitação. Como sou paranóico com doença ando com aparelho de medir a pressão e sempre que acontece faço aferição mas a pressão está normal e a pulsação também. Mas fico muito incomodado. e acontece mais  a noite quando deito.

O médico levanta as sombrancelhas, franze a testa e pergunta:

Médico: trabalha com quê, Ivo?

Sou consultor educacional e trabalho viajando pelo estado do Rio  e ES. Fico a semana fora de casa, costumo parar em casa somente aos domingos.

Médico: Vamos dar uma olhada nos seus sinais:

O médico começa então a ouvir  o coração ( com estetoscópio obviamente) as carótidas, os pulsos, o pulmão, pulsação do tornozelo, enfim uma verdadeira sessão de me toca aqui e me toca ali.
Terminado isso voltamos para a mesa do consultório e ele manda na lata:

Médico: sua pressão está normal, suas pulsação está normal, o ruído das carótidas está normal ( não sabia nem que tinha isso). Me diga, quando você sente essa "palpitação" (ele quase soletrou a palavra) sente azia também?

Sim, foi minha resposta.

Médico: então você não está com palpitação. O que você tem é refluxo. Você está obeso e provavelmente possui ritmo de vida muito irregular. sua gordura abdominal está pressionano suas vísceras e causando espasmos esofagais e possivelmente uma hérnia de hiato. Você precisa emagrecer e mudar sua alimentação.

Eu com cara de idiota:: Doutor isso pode possuir relação com o fato de eu sempre jantar sentado na cama no hotel,  vendo tv e depois deitar e dormir?

Médico: Por que você acha que isso sempre ocorre a noite?

Enfim, resumo da ópera. Saí do consultório co trocentos exames pra fazer, inclusive do coração. Ele disse que não precisava, mas eu pedi mesmo assim.Inclusa uma endoscopia, que tô morrendo de medo de fazer e uma receita de dieta imediata para seguir. Esto tentando começar a praticá-la.

Coragem Ivo, coragem!

05/09/2011

Pausa para Respirar II

Pode parecer paradoxal querer estar em casa, na calma e sozinho, numa época em que todo mundo parece querer o contrário. Porém, a vivência da subjetividade é extremamente necessária para a sobrevivência com qualidade. É como se o trabalho vampirizasse suas energias e é preciso voltar para "a toca" para se abastecer. Doar-se é bom, mas preservar-se é necessário. Não dá pra compartilhar sem se abastecer, sem se auto-conhecer. Só consigo me dividir se me mantiver íntegro. E só me completo com "pedaços" dos outros, assim como outros se completam com partes minhas. São os paradoxos da vida.

Pausa pra Respirar

Poder estar na minha casa por mais  de um dia, em espaços que variam de duas a três semanas tem se tornado algo tão raro que inversamente tem elevado o prazer de estar. A sensação é quase a mesma de ter um refúgio onde reponho meu ânimo e energia.

Cheers....I'm home!!
 Devido ao tipo de trabalho e à relação de emprego, tenho que estar fora a maior parte do tempo. Dirigindo um carro, dormindo em hotel, esperando em Aeroporto e no meio de tudo isso trabalhando dentro de escolas entre Rio de Janeiro e Espírito Santo, isso é a minha rotina. Há muitos que revelam: "gostaria de um emprego assim." Pois bem, tudo parece bonito mesmo. Há pessoas que reconhecem nesse trabalho um certo glamour,  porém, como todo trabalho tem seu lado pesado. Mas não é disso que quero falar no post
Minha casa virou meu santuário. Aquele lugar que acalma, fortalece e anima. Estar aqui é ter a sensação de controle. Poder rir das palhaçadas dos meus cachorros, ajeitar algums coisas no seu devido lugar, ir ao fogão e preparar alguma coisa pra comer do jeito que eu gosto ( frequentar restaurantes de Kg é um verdadeiro martírio), ler com calma um livro que interessa, estudar, falar bobagens com amigos queridos, dar uma caminhada na areia da praia, tudo isso tem ganho uma dimensão excepcional. É o prazer das pequenas coisas.
Talvez para aqueles que sempre estejam em casa, a sensação seja contrária. Isso acaba se relativizando dependendo da rotina de cada um.
Fato é que poderei estar curtindo isso por poucos dias. Não, não estou de folga. É que o trabalho desses dias será próximo de casa o que me permite voltar sempre pra cá. Para daqui a pouco ir novamente para So Far Far Away novamente.
Aproveitemos então.

31/08/2011

OPINIÃO

Me incomoda o excesso de preocupação que algumas pessoas tem em apresentar-se politicamente corretas ou certinhas nas redes sociais. A impressão que tenho é que aderriram ao medo propagado sobre observação nas redes. "Cuidado, você está sendo observado". Ora, quem não sabe disso? Só os muito ingênuos.
O fato é que redes sociais foram feitas, entre outras coisas, para que as pessoas possam se relacionar à distânicia. Se tem algum RH me observando, qual o problema?
O medo da exposição só revela insegurança. Isso, acredito ser igual à vida real. Há pessoas que são low profile por opção. e daí? Outras só observam, e tantas outras fazem o que estão afim.  E outra parcela, se exibe ( estou incluso na última fração). São opções e precisam ser respeitadas.
Me incomoda mesmo as que tentam construir uma imagem irreal.  Postam comentários medrosos, medíocres e inúteis.
Quem está na chuva é pra se molhar.

E quanto aos RH's que observam, façam isso mesmo. Nas redes sosciais é mais fácil descobrir o que pensam seus associados, ou aqueles que tem medo de expor alguma coisa. Attention!

28/08/2011

Tanta coisa na cabeça, e tão pouca paciência pra escrever. Daqui a pouco essa preguiça passa.
Vou aproveitar e postar uma foto da Boninha (minha cachorra, mais conhecida como "Gorda".

14/08/2011

Pensamento da Madrugada

já houve o tempo
em que certeza era mais certeza
coragem era mais coregem
e o medo menos medo.

hoje há também a desconfiança
a dúvida
e a cautela.

Quanto tempo dura uma crença?
Tempo e Crença: ambos tão imateriais que se desmancham juntos.
Criados apenas para dar sustento a tão frágil existência humana. E esta, deixará de ser,  quando a indiferença e  a desesperança tiverem predominado.

03/08/2011

Então estou assistindo uma palestra dita "motivacional".
Não esperava isso depois de 25 anos no trabalho docente.

Putz! dá me dando depressão.
 Por quê esses palestrantes tem mania de achar de que todo mundo na frente deles é idiota. É importante eles saberem que só alguns são.

A palestra tá tão motivacional que perdi a  motivação de escrever sobre ela. . Aliás perdi a motivação de assistí-la. o Caro é muito ruim.
Quem?
Um tal de Daniel Godri jr. Nunca tinha ouvido falar. E pretendo não lembrar daqui pra  frente.

Caraca, o post valeu pela catarse.

29/07/2011

Mais uma tentativa de auto-conhecimento

Por um motivo qualquer, que não vem ao caso agora, me lembrei hoje  de um momento da minha vida escolar quando eu cursava o primário e o ginásio (atualmente denominados de Ensino Fundamental). Nunca tive bons resultados em algumas competições esportivas. Na escola tinha de tudo. Mas as lembranças mais fortes são aquelas competições de festa junina: corrida com ovo na colher, corrida de saco, subir pau-de-sebo e outras tantas. Nesse tipo de competição eu sempre era o looser da parada. Por um bom tempo isso me incomodou. Ver que os coleguinhas subiam até o alto do pau-de-sebo, ou que conseguissem as melhopres colocações em tantas outras competições, me deixava meio inquieto. Acho até que eu ficava meio triste mesmo.
A medida que fui crescendo, me interrogando o porquê disso, fui percebendo que , na verdade, não se tratava de ser um perdedor, mas sim de um descrente. Eu não conseguia achar interessante usar o máximo de esforço para chegar até o topo de um poste só pra ganhar um brinquedinho de plástico. Ou correr na frente de todo mundo só pra parecer o melhor. Achava isso uma babaquice.
Assim fui entendendo que o que me movia era acreditar ou gostar muito de alguma coisa. Foi assim que alcancei muitos dos objetivos que construí ao longo da vida, e que construí o próprio caminho de vida que sigo até hoje.
O curioso é que esses objetivos diferem bastante do comum desejados pela maioria.
Dificilmente minha realização etá associada á aquisição de bens materiais. Sou movido muito mais pela realização encontrada em relacionamentos ou pelo prazer encontrado quando em contato com coisas bonitas do mundo (arte e cultura).¹
Recordo de quando minha mãe, na melhor das intenções, pediu que eu observasse que alguns primos meus, lá pela casa dos 25 e 30 anos, já tinham casa própria e um carro ( normalmente um chevete ou um fusca).
Mas essa boa tentativa dela de me incentivar não funcionava. Eu não acreditava que isso seria motivo da minha felicidade.
Assim, busquei outros caminhos. que me trariam realização. Continuo não tendo casa própria, ou uma casa na praia de Navegantes, como muitos, lá na Guabiruba lutam  para ter. Minha realização está em outros caminhos. Não considero que sejam melhores ou que eu me realize mais do que meus colegas de infância ou meus primos. Apenas sou feliz e realizado de outra maneira. Só  isso.

Resumo da Ópera?
Amigo, quando você me vir sem muita vontade de fazer alguma coisa, não pense que é preguiça ou incompetência. É que apenas não acredito no que estou fazendo. Simples assim. Convença-me e então eu farei bem feito. Faça com que me apaixone, e então correrei atrás com toda motivação e força que tenho.


¹ Freud, seus seguidores, e outras correntes da Psicologia devem ter uma boa explicação pra isso.

16/07/2011

BUROCRACIA X ENTUSIASMO

No começo era apenas um relatório. Escrever onde, como, de que eu fui, que horas saí, com quem falei, o que fiz, etcetcetc..... Já era chato de fazer.
Depois veio a prestão de contas. Não bastava apenas enviar as notas fiscais. Era preciso digitar os dados de uma por uma: para quem, em que cidade, qual o valor, se foi em dinheiro ou cartão, valor, estado e cidade, etcetcetc....
Não contentes, vem uma planilha excel como planejamento enviado sempre com 15 dias de antecedência. E depois reenviá-lo com as confirmações.
Paralelo ao planejamento tem um Planejamento on-line dizendo ondee quando vou estar em tal lugar e quanto eu vou gastar com comida, estacionamento, pedágio, avião, combustível e o cacete....
Como tudo nunca está tão ruim que não possa piorar, vem outro tipo de relatório on line. Onde se preenche tudo que se preenche no primeiro relatório citado acima.
O  planejamento ainda demanda outra plataforma on line onde se faz o self booking: escolher hotéis e vôos.
Novamente, num ato de inteligência sublime inventaram uma planilha para planejar todo o ano de 2012. Onde, quando  e quanto vou gastar  em 2012!.
Vejamos:
Planejamento 1 - previsão - Excel
Planejamento 2 - confirmação - Excel
Planejamento 3 - on line
Self-booking - on line
Relatório 1 - excel
relatório 2 - on line
Planejamento 2012 - excel ( daqui a pouco com certea alguém vai inventar um on line, podes crer)
Deve ter mais alguma que estou esquecendo. Uma a mais ou a menos, tanto faz.

E já investiguei e tem casos piores.
Não problema algum quanto a  preencher planilhas e relatórios. O problema aqui é o seguinte:
Quando vou poder trabalhar?????

o PLACAR? Burocracia 10  X  Entusiasmo 0.

E a merda da minha teoria se confirma: quer matar a vontade de trabalhar de um indivíduo: enche-o de burocracia.

18/06/2011

Uma resposta à intolerância.

Num momento absolutamente insólito, esta semana tive o desprazer e a surpresa de sofrer uma forte agressão pública emitida por um professor a respeito de uma ou de algumas opiniões que emiti neste Blog. Num ato pleno de fúria e ira o tal professor me nomeou de “demônio, libidinoso, promíscuo, irresponsável, inimigo da educação, inimigo da humanidade”...e outras coisas que não me lembro mais. Tudo por causa do post a respeito da união estável, que está abaixo.


Pois bem, diante do constrangimento causado por ele, sinto-me com vontade de responder através do blog, uma vez que percebi, que mesmo sem me conhecer, ele resolveu investigar a minha vida (tomara que ele não faça disso a principal missão da existência dele, o que será uma inutilidade para a humanidade)

Caro professor,

Diante do seu ato, bastante tresloucado, num primeiro momento pensei em me redimir perante aqueles que possivelmente sentiram-se ofendidos com a opinião expressada. Mas seria justa essa retratação? A possibilidade da solicitação de indulgência ( uso esse termo porque me lembrei da inquisição) não estaria colaborando para o cerceamento da livre expressão? Não seria mais bacana abrir uma discussão sobre posicionamentos e expressões de pensamento?

O que está escrito ofendeu? Ok! Estamos aqui para ser criticados também (com civilidade). Nem tudo o que se escreve precisa ser louvado. É muito importante que o amadurecimento de uma pessoa também aconteça através da reprovação. Creio que isso seja saudável. Não me furtarei a isso.

Professor, a maneira como você se expressou usando de uma agressividade visivelmente descontrolada me fez questionar se você reage dessa maneira também quando vê o que nossos políticos fazem com o Brasil. Ou será que faz parte dessa massa que prefere ver os políticos como se apresentam durante a campanha (bonitinhos e certinhos) e ignorar tudo o que fazem após assumirem seus cargos? A pobreza de muitos brasileiros te incomoda? Se sim, então grite por eles. É isso que faço como educador: preocupo-me com a melhora da qualidade de vida das populações menos favorecidas.

E o fato de ser Educador (com muito orgulho) não me obriga a me prender ao duro e amargo sabor do radicalismo. Nem me obriga à coerência. A coerência é um valor questionável. Antes de ser educador, pertenço a imensa família humana, portanto, passível de livre expressão, e de criar elos com qualquer corrente de idéias ou atos. E sou responsável por eles.

Assim sendo, o farto de ser um indivíduo inserido no mundo, me habilita para a interação com tudo o que eu escolher e com o que for possível. Nada me obriga a coerência. Posso ser muito ou pouco, tudo ou nada. O poder de escolha me permite isso. Não preciso ser escravo de alguma idéia, seita ou condição.

Bem vindo á diversidade, professor. Sim, o mundo é diverso. Religiões, raças, animais, plantas, opiniões e posicionamentos diferenciados existem. Sua turma na sala de aula é diversa. Ou você acha que todos a sua frente possuem um padrão instituído? Ou acredita que acabará por doutriná-los? Preocupa-me, sinceramente, a forma como realiza seu trabalho. Ainda mais sendo professor de Filosofia. Como você se relaciona com a diversidade de posicionamentos dentro dessa disciplina? Reserva-se ao direito de omitir a citação de determinados filósofos? Os exclui do currículo? Condena? Te assustam as obras de Merleau-Ponty¹, de Bertrand Russel², de Platão talvez? Já se deu ao trabalho de lê-los profundamente? Poderia ler pelo menos Fernando Pessoa, quando, no Livro dos Viajantes ele cita: "o que você vê, não é o que você vê,  senão o que você é."

Talvez seja esse seu medo: ter que encarar e aceitar toda essa diversidade que de alguma forma, te ameace. Não sei por que, pois não conheço sua vida.

Talvez faça bem a você despir-se desse excesso de moralismo. Abra-se para se relacionar com o mudo que existe. Não se enclausure no excesso de cobrança e permita-se ouvir o doce som da vida. Isso faz bem. Se mudar suas lentes, poderá enxergar a beleza que existe nas pessoas e coisas diferentes, e isso poderá lhe trazer um pouco mais de felicidade e principalmente mais leveza. Se não puder aceitar tudo isso, pelo menos entenda que existem homens mulheres, negros, mestiços, homossexuais, anões e que todos, absolutamente todos, tem o direito de se expressar livremente sem uso de violência de qualquer natureza.

E finalmente: esse blog também tem coisas bem bacanas. Não é necessário condenar tudo ou condenar o seu proprietário pelas suas idéias. E ademais, lê o blog quem quiser. Quem não gostar, é só não acessar mais.



¹ Na obra “Humanismo e Terror” criticou duramente o que considerava "hipocrisia ocidental".

² Russell propôs, em sua autobiografia , um "código de conduta" liberal baseado em dez princípios, à maneira do decálogo cristão.

22/05/2011

ODE AOS URUBUS

O Urubu é comumente conhecido como aquele animal que se alimenta de restos em putrefação. Normalmente deixado por outros animais que já enjoaram da degustação do quitute.
Então:  Um VIVA aos urubus humanóides. Aqueles que torcem para que você se despedace nos confrontos vitais do cotidiano.  O prazer deles estará em degustarem aquilo que sobrou  e está em deterioração. Eles mesmos não conseguem se aventurar ou se arriscar em frentes diferentes. Ficam apenas aproveitando as correntes de ar quentes para se equilibrarem e observarem tudo de um ângulo que lhes permita o ataque fácil (nem nisso se esforçam).
Estão sempre a espreita torcendo pelo desastre alheio. Assim poderão se alimentar e sobreviver.
São na verdade os faxineiros da humanidade. Tem seu valor. Não podem ser dispensados.
A felicidade das póstumas vítimas desses animais é que eles estão condenados a viver sempre assim: do resto do que os outros já foram. Nunca terão brilho. Sempre estarão na sua indumentária preta sem graça.
Talvez eles sonhem em ser Pavões. Mas não vai dar. A natureza não ajudou esses pobres coitados.
Um Viva aos urubus: coitados, solitários, pretos, pescoço pelado e comendo aquilo que um dia já foi o que eles nunca serão.

(este texto não possui a mínima relação com o Flamengo e seus torcedores: que fique bem claro!)

15/05/2011

Pelo Direito da União não estável

Louvo imensamente a conquista do direito à união estável homoafetiva ( nome chique pro casamento gay) aprovada nos últimos dias por nossas instâncias judiciais superiores. Acredito que a consolidação desse tipo de determinação garantirá, mesmo que lentamente,  os Direitos dos diferentes do que se considera padrão.
O que não entendo é essa correria da bicharada  pra cartório pra poder oficializar a união. Se buscarem a informação correta verão que isto não é necessário. União Estável, denominação criada para designar justamente quem não registra nada em cartório. ô bicharada burra.
Além do mais, por que correr e se casar se a luta é pelo respeito as diferenças? Luta-se pelo direito de ser e fazer diferente, e derrepente corre-se para ser IGUAL a todo mundo?   nãnaninanã!!!
Da minha parte quero meu direito a união não estável  Quero o meu direito de namorar quem eu quiser, quando eu quiser (e quando me quiserem também...rsrs..) sem ter que levar apelido de "galinha", "gavião"  ou outra coisa parecida. Quero ser "poli" em tudo: amor - gamia - namoro...etc....Sem imprimir obrigação a nenhuma das partes, sejam elas quantas forem.
Por quê União Estável? Por quê tudo tem que ser  linear, se afinal, nada nesse mundo o é? Quero meu direito as curvas da vida, aos altos e baixos. A monotonia (assim como a monogamia) me deprime.
No momento, não estou com  vocação para Bela Adormecida que espera seu príncipe e sonha em viver feliz para sempre o resto da vida. Quero ser feliz para o resto da minha vida várias vezes, quantas forem possível. Quero namorar muito, preferencialmente pessoas bem diferentes e assim manifestar meu respeito à diversidade (...rsrs..).
E aqueles que se aproximam com a intenção da tal "união estável" fica o aviso: no momento o que tenho a oferecer é a naturalidade da vida assim como ela se manifesta. Instável, insegura, sujeita a ventos, tempestades e calmarias.

E não esperem radicalidade nessa opinião. Ela também não é estável.
.

30/04/2011

Hoje no caminho de casa

Paisagem bucólica, em Rio Bonito (a caminho de casa). Pra encerrar o dia foi lindo.

Um momento de inveja da felicidade alheia.

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Por um momento fiquei com inveja da alegria desse cara.

Estaria ele preocupado com a volta do Delúbio para o PT?
Incomodaria a ele o fato de ter uma promotora que recebia mensalão, solta se fazendo de louca?
Será que o risco de aumento da inflação preocupa?
A Jaqueline Roriz andar livre por aí perturba a vida dele?
E por que ele está usando uma camisa com as cores do Brasil?


Talves ele esteja apenas reagindo a tudo da única maneira que aprendeu. Ou melhor, da maneira que a maioria dos brasileiros aprendeu: "Vou me divertir, e foda-se o resto!"

Fato é que por um momento senti mesmo inveja dele. Poder fazer algo sem me preocupar se alguém tá julgando ou não. As pessoas ao redor olhavam e se divertiam. Aparentemente ninguém o conhecia. E ele lá: bebendo e se divertindo.
Me ocorreu que outros poderiam estar pensando o mesmo que eu. Será?

17/04/2011

Saquarema, RJ - Brasil.
Ficar em casa, que nada!
Sair  e aproveitar o que está acessível. Hoje uma boa surpresa há 34 km de casa. Já tendo ouvido falar muito, mas sem conhecer, me "joguei" pra Saquarema.  Recomendo a quem quiser e puder ir. Simplicidade, beleza e charme. 
É o tipo de lugar pra se conhecer antes do tsunami de 2012 (...lol).
Sempre soube que era paraíso de surfistas. E realmente, eles invadem a praia dando um astral melhor ainda ao lugar.

(e tem mais: os bares e restaurates não exploram nos preços.)

01/04/2011

Pensamento Leviano

O sucesso de Luan Santana, Michel Teló, Restart, e afins confirmam que as adolescentes manifestam suas preferências a partir das necessidades daas suas vaginas.

12/03/2011

Filosofia sobre o "Foda-se!"

O texto é discaradamente copiado de outro blog. Não sei se pertence mesmo ao Millor. Por via das dúvidas fica o crédito. Vale pela ação terapêutica do texto.

FODA-SE
(Millôr Fernandes)

"O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional é quantidade de

"foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!?” O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!"

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "pra caralho?” "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!" O "Não, não e não!" e tampouco e nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!" o substituem.

O "Nem fodendo!" é irretorquível e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um "é PHD porra nenhuma!" ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!".

O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os "aspone", "chepone", "repone" e mais recentemente o "prepone" - presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou seu correlato "Pu-ta-que-o-pa-riu!!!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!?” E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem

que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, e dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?

Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!".

Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!!!"

30/01/2011

COISAS QUE JÁ CANSARAM POR FALTA DE CRIATIVIDADE

A imaginação e a criatividade certamente são molas para fazer acontecer. Sem elas tudo perde a graça.Algumas coisas que estão no ar e poderiam ser suprimidas por falta de um comando mais "pensante":

  • o BBB - já deu pra bola. a mesmice reina. seria muito melhor reprisar as edições anteriores porque não muda nada. Uma idéia seria trocar os áudios de um para outo. ficaria um pouco mais engraçado.

  • as propagandas de banco com tom de auto ajuda. Não adianta: banco foi feito pra lucrar e ferrar o cidadão. Essa historinha de sonho e propsperidade não cola. As cenas melosas dos comerciais dão enjôo.

  • As semans de fashion isso e aquilo: modelos lânguidas mostrando o que os frescos estilistas acreditam ser a maior e mais inovadora tendência do mundo. Original seria desfilar, por exemplo: uma roupa com ar condicionado embutido, ou algo que pudesse se transformar  em suco o comida ao final do dia pra gente nnão ter que se preocpar em fazer a janta. E não venham com esse papo que é uma indústria que emrega muita gente. Lorota: tem muita modelete desfilando de graça pra aparecer e muito estilista que não paga, que a gente sabe.

  • Sites de compra coletiva e o que mais oferecem é rodízio de sushi....arghhh...não tem outra coisa pra vender, não?

  • A caratice da maioria da população brasileira. Isso aqui daqui a pouco vai se transformasr numa república islâmica. Ainda bem que temos o carnaval que esfrega na cara de todo mundo um pouco da nossa sacanagem de todos os dias.

  • Esse blog.

10/01/2011

continuando a falar de cinema

Quer assistir um filme verdadeiramente impactante? Veja este.
Isso sim é mostrar como manipular a fé. Filme bem feito, emocionante e cirurgicamente crítico.
Lindo!

07/01/2011

Depois de mil anos, voltei a uma sala de cinema.

Fui prestigiar o Cinema Nacional que está em alta. Eu e mais umas doze pessoas "lotamos" a sala Multiplex do Shopping Bauru e assistimos ao filme "De pernas Pro Ar". O filme tem roteiro leve, bem leve mesmo. Diálogos insignificantes. Vale pelas cenas cômicas protagonizadas por Ingrid Guimarães que garante boas risadas e pelo trabalho de Maria Paula, que mostra o que é uma diretora que sabe dirigir uma atriz. Se bobear a Maria Paula se sai melhor que Ingrid  (sou suspeitopra falarpois acho a Maria Paua uma gostosa que me leva a ver tudo que ela faz).
Algumas cenas são clichês, outras copiadas do neurótico cinema americano sobre a mulher modera. O final reserva uma surpresa que quebra todos os clichês.
Vale a pena ir só pra rir.

Na primeira parte do filme uma mulher que estava com duas meninas pequenas se retirou do filme. Bem na hora que a Ingrid Guimarães tem um orgasmo com o vibrador de um coelho. Por que será que ela saiu??

01/01/2011

Inovadora e criativa, nem tanto.

Criativa e inovadora, nem tanto.
em tempos de internet tudo se descobre rapidinho.